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Mãe de professor Carlos Pita faz campanha por mais segurança em cachoeiras

Atualizado: 10 de Abr de 2018

Em dezembro de 2016, o corpo do docente foi encontrado às margens da cachoeira do Indaiá.









Fonte: Correio Braziliense

Foto: Reprodução/Internet)


Os pais do professor Carlos Pita, que foi encontrado morto próximo a uma queda d'água no Parque Ecológico do Indaiá, na região de Formosa (GO), criaram uma campanha nas redes sociais pedindo por mais segurança em cachoeiras privadas. No post, Virgínia Miranda e Paulo Pita criticam a falta de vigilância nos locais, que não têm controle sobre quem entra, fica e sai dos pontos turísticos.


"Não podemos deixar que esta prática ilegal e sem o menor controle se perpetue. Queremos segurança, controle e respeito em todos os parques e locais de 'turismo de aventura' que cobram entrada", escreveram.

O objetivo da ação, segundo Virgínia, é conscientizar donos de cachoeiras e autoridades quanto à regulamentação desses parques, para seguirem padrões de segurança e controle praticados em Parques Oficiais. "Caso não sigam as regras devidamente estabelecidas pelos Orgãos competentes, essas pessoas deveriam estar sujeitas a sanções e multas", diz, em nota, a mãe de Pita.


"Não queremos que outras famílias passem pelo que passamos. Aguardar quatro dias para descobrir que ele (Carlos Pita) estava caído, sem vida, na propriedade, enquanto seu carro esteve estacionado lá durante todo este período e seu nome e contatos registrados na portaria", lamentou.


O professor de Física da Secretaria de Edução do Distrito Federal Carlos Pita foi encontrado morto no último 26 de dezembro, aos 31 anos, após ficar quatro dias desaparecido. Ele teria sido aprovado para participar de um programa de Mestrado na Universidade de Brasília (UnB) e tinha até o último 23 de dezembro para entregar a documentação. Os documentos foram encontrados na casa dele pela equipe de investigação.


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